
Expediente
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Juarez Mota
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CONRERP RG-3685
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Edval Júnior REG: 28-737 DRT RJ
Assessoria Jurídica
Andral Nunes Tavares Filho
Projeto Gráfico
Enockes Cavalar
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Editoria de Arte
Enockes Cavalar
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Dib`s
Vilson Corrêa
Ascom - UENF
Ascom - FRC
Ascom - ACBRJ
Juarez Mota
Impressão
10.000 (dez mil exemplares)
Colaboradores
Gustavo Smiderle - ASCOM/UENF
Fúlvia DÀlessandri - ASCOM/UENF
Carla Flávia - ASCOM/FRC
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Vilmar Rangel
Dra. Flávia Regina Cruz Dias
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E-mail: revista.agronegocios@yahoo.com.br
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Os artigos, reportagens e colunas desta revista são da estrita responsabilidade de seus autores. Os colaboradores e agenciadores de propaganda não mantêm vínculo empregatício com esta revista.
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- Revista agronegócios - 2005 (em construção)
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Como fazer uma fossa séptica
Em comunidades rurais que não são atendidas pela rede pública de tratamento de esgoto, é comum a utilização da fossa negra, que contamina os lençóis freáticos, fazendo da água um veneno potente, acarretando no desenvolvimento de doenças como diarréia, hepatite, salmonelose e cólera, entre outras.Para eliminar esse problema, a Embrapa desenvolveu um sistema barato e eficiente que livra o produtor dessas doenças e ainda o ajuda no cultivo de suas lavouras. A fossa séptica biodigestora evita a contaminação do lençol freático e produz um adubo orgânico líquido que pode ser utilizado em hortas e pomares.
A técnica é simples. Três caixas d’água conectadas entre si são enterradas para manter o isolamento térmico. A primeira delas é ligada ao sistema de esgoto e recebe, uma vez por mês, 20 litros de uma mistura com 50% de água e 50% de esterco bovino fresco. Este material, junto com as fezes humanas, fermenta. A alta temperatura e a vedação das duas primeiras caixas eliminam os patógenos. No final do processo, o líquido está sem micróbios e pode ser usado como adubo.
Segundo a Embrapa, o custo da fossa é de mil reais, sendo uma solução ideal para uma família composta por cinco pessoas que despejam 50 litros de água e resíduos por dia. Em outros casos, a sugestão é colocar mais uma caixa de mil litros.
Para as propriedades que já estão com os lençóis freáticos contaminados, a Embrapa recomenda o uso de um clorador entre o cano de captação de água do poço e o reservatório. Isso elimina os microorganismos e garante água potável.
Patologia levando risco aos animais
A verminose é muito comum em cães e gatos, causada por parasitas internos ou helmintos. Ela pode ocasionar sérios problemas e até mesmo pôr em risco a vida dos animais, dependendo do grau de severidade com que ocorre e da idade e estado de saúde em que os animais se encontram.
Os diversos tipos de vermes podem ser encontrados no intestino, coração, estômago, esôfago, pulmão e rins. Estes provocam irritação, infecção e destruição dos tecidos e mucosas dos órgãos onde se alojam devido a sua fixação, obstrução de vasos e dos órgãos ocos devido ao acúmulo de parasitas, espoliação de células e substâncias alimentares quando alojados no intestino onde retiram vitaminas e outros elementos vitais, além da ação tóxica causada pelas exotoxinas e endotoxinas que produzem.
Segundo Flavia Regina Cruz Dias, veterinária do Consultório Bichos e Caprichos Pet Shop, os animais parasitados podem apresentar vários sintomas como: barriga edemaciada, emagrecimento, vômito, diarréia com sangue, anorexia, anemia, perda de peso, tristeza, opacidade dos pêlos, infertilidade, obstrução intestinal e convulsão até a morte
A infestação pode ocorrer por várias vias: oral, através da ingestão de ovos, oocistos ou larvas infectantes encontrados no solo ou pela ingestão de pulgas, moscas ou outros hospedeiros intermediários; percutânea, onde as larvas penetram através da pele do animal; ou através da placenta e do leite de fêmeas em gestação e lactação.
Para a correta vermifugação é sempre recomendado associar o exame de fezes à consulta ao médico veterinário, que irá indicar um tratamento efetivo.
Os diversos tipos de vermes podem ser encontrados no intestino, coração, estômago, esôfago, pulmão e rins. Estes provocam irritação, infecção e destruição dos tecidos e mucosas dos órgãos onde se alojam devido a sua fixação, obstrução de vasos e dos órgãos ocos devido ao acúmulo de parasitas, espoliação de células e substâncias alimentares quando alojados no intestino onde retiram vitaminas e outros elementos vitais, além da ação tóxica causada pelas exotoxinas e endotoxinas que produzem.
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Bichos e Caprichos
Rua dos Goytacazes, 534 lojas 1 e 2 - Centro — Tel.: 2726-4808
9813-5731 e 9916-1363
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Basta enviar e-mail para revista.agronegocios@yahoo.com.br constando os seguintes dados: nome, endereço completo e telefone de contato e qual a profissão.
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Tel. Contato: 9348-2041
Atividade: Relações Públicas - Cerimonial e Protocolo e Organização de Eventos Empresarias
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Perfil da Revista
A Revista Agronegócios destina-se a divulgar artigos, matérias e entrevistas relacionadas ao interesse do agropecuarista da região Norte e Noroeste Fluminense e visitantes do Parque de Exposições da Fundação Rural de Campos. A publicação é anual e a sua distribuição é realizada no mês de junho e julho. Sua impressão em papel couchê com padrão de qualidade é reconhecida pelos nossos parceiros e anunciantes que nos acompanham nas últimas cinco edições.
Público alvo
Nossa Revista, única do gênero na região, há mais de cinco anos leva informação ao pecuarista, agricultor da região Norte e Noroeste Fluminense e visitantes do Parque de Exposições da Fundação Rural de Campos durante o período de exposições.
Abrangência
Nossa Revista é enviada a todas as Secretarias de Agricultura dos municípios da região Norte e Noroeste Fluminense pertencentes ao estado do Rio de Janeiro, órgãos públicos, instituições públicas e privadas, bem como autoridades civis e militares da região.
Especificações do Veículo
Revista Agronegócios
Periodicidade: junho e julho de cada ano.
Número de páginas: mínimo de 44 páginas Formato: 15 cm x 28 cm
Apresentação:
Capa: Policromia, papel couchê 150g com verniz total
Miolo: Policromia em papel couchê 90g
Tiragem: 10.000 (dez mil) exemplares
Formato e Valores
Página: 15cm x 28cm

Meia Página: 15cm x 12,5cm

1/4 de Página: 6cm x 12,5cm

Rodapé : 4cm x 12,8cm
Recuperação de área degradadas
Página 31
Um diagnóstico sobre a adequação ambiental de pequenas propriedades rurais é um dos próximos passos do projeto "Semeando o verde: conservação ambi-ental, trabalho e renda". O desenvolvimento parte da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) e busca divulgar informações sobre atividades florestais e adequação ambiental nas cidades, abarcando Campos e outras cidades fluminenses.
Além da Uenf, o projeto também é realizado em parceria com o Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA), Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Embrapa-Agrobiologia, Instituto Estadual de Florestas (IEF) e Emater-Rio.
— Muitos produtores não possuíam uma noção de conservação, adequação ambiental e produção florestal, embora alguns destes municípios mostrem aptidão para a atividade. Mas, após as atividades do projeto, junto ao empenho do Estado, percebemos maior sensibilização e interesse dos produtores — conta a coordenadora do projeto, professora Deborah Guerra Barroso, da Uenf.
O início dos trabalhos foi em 2004, por demanda induzida, tendo como objetivos estimular e capacitar produtores para práticas florestais e agroflorestais. Entre as ações, foram implantadas unidades demonstrativas de recuperação de áreas degradadas junto a proprietários e produtores rurais. O modelo de recuperação escolhido, dentre os propostos, foi a implantação de sistemas agroflorestais - combinação do cultivos agrícolas e/ou de animais com espécies arbóreas.
Essas unidades demonstrativas, de caráter experimental, integram o "Semeando o Verde". Através delas, foram feitos plantios de espécies florestais nativas e exóticas nas cidades de Campos, Santa Maria Madalena, Nova Friburgo, Conceição de Macabu, Itaguaí, Duque de Caxias e Nova Iguaçu.
Como funciona — O projeto é dividido em três núcleos: Baixada Flumi-nense, Região Serrana e Norte Fluminense. Agora, o projeto está articulando os resultados obtidos nas visitas feitas às cidades e vai apresentar um diagnóstico da situação de cada região. Para isso, foram feitas entrevistas com proprietários e produtores. Em Campos, por exemplo, possui um desmatamento intenso, sendo uma cidade e com poucos fragmentos florestais.
Um diagnóstico sobre a adequação ambiental de pequenas propriedades rurais é um dos próximos passos do projeto "Semeando o verde: conservação ambi-ental, trabalho e renda". O desenvolvimento parte da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) e busca divulgar informações sobre atividades florestais e adequação ambiental nas cidades, abarcando Campos e outras cidades fluminenses.
Além da Uenf, o projeto também é realizado em parceria com o Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA), Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Embrapa-Agrobiologia, Instituto Estadual de Florestas (IEF) e Emater-Rio.
— Muitos produtores não possuíam uma noção de conservação, adequação ambiental e produção florestal, embora alguns destes municípios mostrem aptidão para a atividade. Mas, após as atividades do projeto, junto ao empenho do Estado, percebemos maior sensibilização e interesse dos produtores — conta a coordenadora do projeto, professora Deborah Guerra Barroso, da Uenf.
O início dos trabalhos foi em 2004, por demanda induzida, tendo como objetivos estimular e capacitar produtores para práticas florestais e agroflorestais. Entre as ações, foram implantadas unidades demonstrativas de recuperação de áreas degradadas junto a proprietários e produtores rurais. O modelo de recuperação escolhido, dentre os propostos, foi a implantação de sistemas agroflorestais - combinação do cultivos agrícolas e/ou de animais com espécies arbóreas.
Essas unidades demonstrativas, de caráter experimental, integram o "Semeando o Verde". Através delas, foram feitos plantios de espécies florestais nativas e exóticas nas cidades de Campos, Santa Maria Madalena, Nova Friburgo, Conceição de Macabu, Itaguaí, Duque de Caxias e Nova Iguaçu.
Como funciona — O projeto é dividido em três núcleos: Baixada Flumi-nense, Região Serrana e Norte Fluminense. Agora, o projeto está articulando os resultados obtidos nas visitas feitas às cidades e vai apresentar um diagnóstico da situação de cada região. Para isso, foram feitas entrevistas com proprietários e produtores. Em Campos, por exemplo, possui um desmatamento intenso, sendo uma cidade e com poucos fragmentos florestais.
Tratores através do Mais Alimentos
O Plano Safra Mais Alimentos da Agricultura Familiar 2008/09 conta com uma linha de crédito específica para financiar investimentos em infra-estrutura da propriedade rural e, assim, propiciar o aumento da produção. É o Pronaf Mais Alimentos, com limite de crédito de até R$ 100 mil, prazo de pagamento de até dez anos, com três anos de carência e juros de 2% ao ano que está impulsionando o setor rural.
Entre os produtos financiados pelo Mais Alimentos estão os tratores e motocultivadores da linha da agricultura familiar (de 11 CV até 75 CV), equipamentos e implementos agrícolas. A compra desses produtos ficou mais acessível devido ao acordo entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que garante desconto de até 17,5%.
Outro acordo, com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e Sindicato das Indústrias de Máquinas e Equipamentos Agrícolas do Rio Grande do Sul (Simers), concede descontos médios de 15% nos preços de fábrica de equipamentos e implementos agrícolas.
Os preços disponibilizados são o máximo estabelecido por produto. Os valores variam de estado para estado devido ao frete e ICMS. As especificações técnicas que excedam as listadas nos catálogos são de responsabilidade do fabricante e não configuram outra categoria, o que implica a manutenção do preço estabelecido. Em Campos, A Beltec é uma das concessionárias credenciadas e lá o produtor poderá obter qualquer informação sobre este projeto de desenvolvimento da agricultura.
Entre os produtos financiados pelo Mais Alimentos estão os tratores e motocultivadores da linha da agricultura familiar (de 11 CV até 75 CV), equipamentos e implementos agrícolas. A compra desses produtos ficou mais acessível devido ao acordo entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que garante desconto de até 17,5%.
Outro acordo, com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e Sindicato das Indústrias de Máquinas e Equipamentos Agrícolas do Rio Grande do Sul (Simers), concede descontos médios de 15% nos preços de fábrica de equipamentos e implementos agrícolas.
Os preços disponibilizados são o máximo estabelecido por produto. Os valores variam de estado para estado devido ao frete e ICMS. As especificações técnicas que excedam as listadas nos catálogos são de responsabilidade do fabricante e não configuram outra categoria, o que implica a manutenção do preço estabelecido. Em Campos, A Beltec é uma das concessionárias credenciadas e lá o produtor poderá obter qualquer informação sobre este projeto de desenvolvimento da agricultura.
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